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Enviado julho 31, 2026
Publicado 2026-07-31

Artículos

v. 2 n. 1 (2026): Indigo Panamá

A rebec e o violino no Panamá, séculos XVI E XVIII


DOI https://doi.org/10.48204/p.v2n1.10980

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Referências
DOI: 10.48204/p.v2n1.10980

Publicado: 2026-07-31

Como Citar

Olivero Juárez, L. (2026). A rebec e o violino no Panamá, séculos XVI E XVIII. índigo Panamá, 2(1), 66–83. https://doi.org/10.48204/p.v2n1.10980

Resumo

Este estudo aborda o desenvolvimento histórico e musicológico do violino e de seu predecessor rústico, o rebec, no Istmo do Panamá, como um testemunho excepcional de transculturação e sincretismo cultural. A análise descreve a evolução e a divergência desses instrumentos desde sua introdução durante o período colonial até o final do século XVIII. Esta pesquisa emprega uma abordagem qualitativa com um desenho histórico-documental e musicológico. A estratégia metodológica concentra-se em uma análise diacrônica que abrange do século XVI ao final do século XVIII para avaliar os processos de transculturação, sincretismo e identidade musical no Istmo do Panamá. De uma perspectiva historiográfica, o arcabouço metodológico baseia-se na premissa de que o estudo intrínseco de objetos e cultura material (neste caso, instrumentos musicais) constitui um veículo essencial para compreender, materializar e tornar tangível a evolução social e cultural de um povo. Sob esse critério, os instrumentos musicais são examinados simultaneamente como símbolos, imagens, indicadores e referentes da transformação cultural panamenha. Por fim, argumenta-se que a transição, adaptação e coexistência do rabel e do violino refletem a identidade nacional, demonstrando mais uma vez que o Panamá é um caldeirão cultural onde as raízes das heranças europeia, africana e indígena convergem e se unificam de forma espetacular.

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