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A corrupção administrativa constitui um dos principais desafios para a consolidação de instituições públicas transparentes, eficientes e orientadas para o interesse geral. O presente artigo analisa a ética pública e a integridade institucional como mecanismos preventivos para minimizar ou reduzir a corrupção administrativa no setor público panamenho. Mediante uma metodologia qualitativa de tipo documental e analítico, examinam-se contributos doutrinários recentes, relatórios de organismos internacionais e o marco normativo panamenho relacionados com a transparência, a prestação de contas, o governo aberto e a função pública. Os resultados evidenciam que a prevenção da corrupção requer superar abordagens centradas exclusivamente na sanção, incorporando políticas orientadas para o fortalecimento da cultura ética, a profissionalização do serviço público, a gestão de riscos de corrupção e a participação cidadã. Conclui-se que a integridade institucional constitui um elemento essencial para fortalecer a confiança cidadã, garantir a equidade na gestão pública e consolidar um Estado democrático capaz de responder eficazmente às demandas sociais.