Ir para o menu de navegação principal Ir para o conteúdo principal Ir para o rodapé
Enviado março 17, 2026
Publicado 2026-07-22

Artículos

v. 10 n. 2 (2026): Revista Científica Orbis Cognita

Folclore, patrimônio cultural imaterial e meios de comunicação na era das plataformas digitais


DOI https://doi.org/10.48204/j.orbis.v10n2.a9559

Imagem de capa

Referências
DOI: 10.48204/j.orbis.v10n2.a9559

Publicado: 2026-07-22

Como Citar

Pinto Rodríguez, R. A., Coley Graham, A., & Cedeño Vega, B. E. (2026). Folclore, patrimônio cultural imaterial e meios de comunicação na era das plataformas digitais. Revista Científica Orbis Cógnita, 10(2), 260–279. https://doi.org/10.48204/j.orbis.v10n2.a9559

Resumo

Este artigo apresenta uma revisão integrativa da literatura com análise temática sobre a relação entre folclore/patrimônio cultural imaterial (PCI) e mídia na era das plataformas, com foco no período de 2000 a 2026. O objetivo é sintetizar criticamente como os meios tradicionais e comunitários, bem como as plataformas governadas por algoritmos, reconfiguram a circulação, a representação e a preservação do folclore/PCI, e quais tensões emergem entre autenticidade, participação, lógicas de mercado e governança. Metodologicamente, foi sistematizado um corpus interdisciplinar, codificado por meio de um procedimento temático iterativo que produziu cinco eixos de resultados: (1) disputas conceituais entre folclore e PCI e os efeitos epistêmicos da patrimonialização institucional; (2) meios tradicionais e comunitários como mediações culturais; (3) plataformas e cultura algorítmica como infraestruturas de visibilidade; (4) digitalização do patrimônio e imersão em museus (3D, AR/VR, gêmeos digitais); e (5) governança, direitos e vieses (metadados, justiça cultural e direito à cultura). Os resultados mostram que a digitalização não constitui apenas uma mudança de canal, mas uma reconfiguração das infraestruturas — de classificação, circulação e experiência — que pode ampliar a visibilidade cultural, ao mesmo tempo em que gera padronização, viés semântico e novas disputas em torno da autoridade cultural. O artigo conclui propondo uma leitura crítica do folclore/PCI como um campo moldado pela interação entre agendas de salvaguarda, economias da atenção e governança de dados/metadados.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)