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Este artigo de pesquisa propõe e desenvolve um arcabouço conceitual original para a integração da Inteligência Artificial Generativa (IAG) em processos de feedback para a escrita em inglês como língua estrangeira (EFL). A proposta fundamenta-se na Teoria Sociocultural de Vygotsky, com o objetivo de orientar uma adoção pedagógica sólida, ética e estritamente centrada no ser humano. Utilizando uma abordagem qualitativa baseada em uma revisão crítica e analítica da literatura especializada sobre as capacidades e limitações das ferramentas de IAG, foi desenvolvido um modelo relacional de colaboração humano-IAG. O processo metodológico integrou a conceitualização da tecnologia como mediadora digital e a modelagem curricular de uma proposta de formação situada no contexto educacional mexicano. O arcabouço desenvolvido reconfigura os papéis pedagógicos tradicionais, posicionando o professor como um designer crítico, o aluno como um agente ativo de sua aprendizagem e a IAG como um andaime adaptativo. Um modelo operacional estruturado em quatro etapas (pré-escrita, rascunho, revisão e feedback humano) é apresentado, juntamente com o currículo para uma oficina de formação de professores com dez sessões, que aborda as dimensões técnica, pedagógica e ética da mediação artificial. Conclui-se que a integração bem-sucedida da IA transcende o mero uso instrumental e requer referenciais conceituais sólidos e desenvolvimento profissional crítico para os professores. A abordagem proposta permite aproveitar o potencial da IA no ensino da escrita em espanhol como língua estrangeira (EFL) e mitigar seus riscos por meio de uma perspectiva humanística, destacando a necessidade de iniciar processos de validação empírica em sala de aula.
Palavras-chave: tecnologia, avaliação, ensino, psicologia do desenvolvimento, formação de professores, tecnologia educacional.